Stormgard

“O Reino Populoso”

O reino de maior população e economia mais desenvolvida de todo o continente, Stormgard cresceu principalmente durante a existência da Tríade de Aço, fornecendo alimentos e equipamentos para soldados dos reinos aliados. Por sua antiga posição ser muito afastada dos campos de batalha, Stormgard cresceu sem muitas perdas, ao mesmo tempo que ganhava com as vitórias militares.

Hoje um reino de diferenças e peculiaridades, um reino governado por um goblin e controlado pela agricultura.

História

Batalhas bárbaras

Ainda no inicio dos tempos, durante a Guerra dos Deuses, muitos vilarejos se formaram a sudoeste do que viria a se tornar o atual reino de Stormgard com o objetivo de derrotar as tribos bárbaras que estavam se formando aos montes na região. Nesta época, muitas batalhas foram travadas, mas nenhuma delas foi alarmante o suficiente para merecer ser descrita aqui.

As guerras apenas começaram a se tornar preocupantes quando um novo líder bárbaro, Baa Stormgard, uniu todas as tribos bárbaras sob seu comando e assumiu o controle. Como os vilarejos ainda não conheciam a palavra “união” acabaram sendo derrotados pelos povos bárbaros, derrotas essas que se tornaram constante e rápidas.

O primeiro vilarejo a ser tomado por bárbaros estava a cerca de nove dias de viagem de Glorman, o maior vilarejo portuário da época. Isso começou a causar uma grande preocupação para esta cidade e as outras ao seu redor, que mesmo estando em paz umas com as outras estavam longe de uma aliança ou de uma “união”. Nesse primeiro vilarejo tomado por bárbaros, a luta foi rápida e um massacre total por parte dos bárbaros, que não deixaram ninguém vivo.

Baa Stormgard, vendo que a partir de agora nenhum desafio seria tão difícil quanto Glorman, usou todas suas forças para abrir caminho direto para essa cidade. No caminho ele teve muitas dificuldades e barreiras, que foram mais difíceis do que ele imaginara, mas mesmo assim ele conseguiu chegar a o único inimigo que estaria a altura de seu poder, Glorman. A única coisa que Stormgard não previa era que sua estratégia se viraria contra ele – os vilarejos descobriram a causa das vitórias dos bárbaros, a união – e resolveram se unir e lutarem juntos em Glorman, a luta foi desastrosa e centenas de pessoas dos dois lados perderam suas vidas.

A Guerra de Stormgard – como ficou conhecida pelos stormgardianos -, terminou quando Thomas Glorm, em um ataque de sorte ficou de frente com o líder bárbaro e conseguiu matá-lo.

Ao fim da guerra, o novo reino recebeu o nome de ‘Stormgard’, em homenagem ao homem que mostrou a todos o caminho da vitória. Glorman foi nomeada capital e Thomas Glorm, que derrotou o líder bárbaro, criou uma monarquia hereditária, sendo ele o primeiro Rei de todo o reino.

A dinastia Glorm

A família Glorm ficou no poder durante vinte e três reinados, que ficaram conhecidos como a dinastia Glorm. Os quinze primeiros reis reinaram com bondade, benevolência e amor ao reino, mesmo assim sem muita coisa que realmente fosse nova, original e que tivesse um grande poder dentro do reino.

O décimo sexto rei da dinastia foi Omar Glorm, que governou durante a Tríade de Aço. Vendo o que o povo longnês estava fazendo e como este estava crescendo, Omar formou a Tríade de Aço, junto com Avalon e Stonegate, para acabar com as loucuras do reino em expansão.

Quando a Tríade de Aço entrou de vez na guerra contra Longness, Stormgard estava distante, e mandou poucos de seus homens para guerra, já que Trenet e Griffion também tinham se aliado a Tríade de Aço. Assim o atual reino populoso, contribuía ao mandar equipamentos e alimentos em abundância. Graças ao rei Omar, que usou muito de sua influência, o reino não precisou mandar mais homens e mesmo assim não perdeu nenhum prestigio. Muito pelo contrário – ganhou muito com a guerra.

Ao fim de mais uma guerra em que Stormgard novamente sai vencedor, a cidade Greenreef é incorporada ao reino, e considerada a maior do reino e a cidade que mais se identifica com Stormgard, uma cidade grande, populosa e muito produtiva.

Os reis que subiram ao trono após a Omar não fizeram nada de excepcional, até o vigésimo primeiro rei, Vlav Glorm. Seu reinado foi rígido e com grande disciplina. Ele teve sete filhas, e nenhum filho homem para assumir seu trono. Pensando nas conseqüências de deixar o trono vazio, Vlav comprou uma bela escrava e com ela teve seu único filho homem, que foi chamado de Branterly. Depois de 43 anos como rei, Vlav morre e deixa para seu filho o trono.

O reinado de Branterly foi considerado pelo povo como o melhor reinado de toda dinastia Glorm, foi ele que acabou com a escravatura nos reinos conquistados por Stormgard, criou a Constituição de Vlav (as leis que atualmente regem o reino). Seu reinado foi durante a Grande Febre, e acabou no ano de 645. Branterly teve uma filha e dois filhos, a menina morreu aos 16 anos, seu primogênito em uma batalha para conquistar o território próximo ao grande lago, e seu ultimo filho, Horuspen Glorm, que nasceu quando Branterly já tinha 50 anos, tinha alguns problemas mentais e físicos. Seu pai morreu e deixou o reino para ele quando este completara apenas 7 anos.

Uma crise ameaçava tomar conta de Stormgard, a família Glorm não podia liderar o trono ou pareceria que eles estavam tomando o reino que era de direito de Horuspen, sem saber o que fazer, a família Glorm decidiu que os seis maiores heróis do reino governariam em um conselho até que o herdeiro completasse 22 anos e pudesse assumir o trono que lhe era de dinheiro.

O grupo de heróis era formado por Kobaia Gorgon, um goblin, e outros cinco heróis do reino. Misteriosamente, os outros cinco heróis foram morrendo, até restar apenas Kobaia. As mortes destes ainda são um mistério para toda Morgdan, assim como para Kobaia (pelo menos é o que ele afirma)

Quando faltava apenas uma semana para o aniversário de 22 anos de Horuspen, este morreu mais misteriosamente do que os heróis. Assim, Kobaia Gorgon assume o reino, acaba com a monarquia hereditária e forma um novo governo, do qual ele é o atual regente. Após tomar conta do governo, Kobaia criou um conselho de cinco pessoas que reinariam em seu lugar caso ele renunciasse, mas apenas se ele renunciasse, deixando claro que se ele morresse essas cinco pessoas seriam desconsideradas da nobreza e não teriam nenhuma autorização de governar. Gorgon também formou sua própria nobreza, aonde existem todo tipo de raças, já que ele mesmo é um goblin. A família Glorm foi retirada da nobreza e mandada de volta para o vilarejo de Glorman, onde atualmente tentam criar um novo Estado ou pelo menos um povo com poder suficiente para derrubar Kobaia do poder.

Presente

Atualmente Stormgard ainda é governada por Kobaia, que já conta 28 anos, uma coisa rara para alguém de uma raça que não vive tanto. Alguns dizem que sua longevidade se deve à magia, outros que a causa são os cultos que ele criou a Thinos, para que o deus do tempo desse a ele mais tempo de vida. A verdadeira razão de sua idade avançada é desconhecida.

Kobaia vem governando o reino com dedicação e carinho, porém seus negócios na sombra vem prejudicando um pouco o reino, um desses negócios que vem trazendo alguns problemas é a venda de produtos no mercado negro da cidade de Galeão, ou a cidade pirata, como é mais conhecida.

O reino está passando por uma fase um tanto boa, a agricultura vem trazendo grandes lucros – principalmente para Kobaia, chefe das Caravanas Gorgon -, os portos vem crescendo rápido e pessoas de todos os lugares imigram para o reino mais populoso de toda Morgdan.

Geografia

Mapa de Stormgard

Stormgard localiza-se na parte sudoeste do continente morgdanês, indo desde o sul até o começo do norte. Suas fronteiras ao sul são banhadas pelo mar do Arquipélago de Donnwulf. Lembrando também que grande parte das ilhas deste arquipélago estavam sob o comando de Stormgard, mas o conselho de Morgdan decidiu entregar todas para Trenet, que hoje não está fazendo um bom trabalho administrando-as, que muitas vezes são até rejeitas por eles. Porem não se esqueça que Stormgard vai fazer de tudo para conseguir ter o poder sobre o arquipélago de volta. À leste do seu território está Loivty e ao norte as montanhas de gelo de Tatsu e parte do grande deserto Áureo.

O principal meio de comércio de Stormgard é o mar, sendo que grande parte dos cereais utilizado em todo o continente sai dos portos do reino, o comércio marítimo é também muito forte com Griffion e com o reino da corrupção, Trenet. Stormgard atualmente tem se preocupado muito com a pirataria feita nos mares trenetenses, porém ainda não tomou nenhuma posição concreta, nem fez nada para acabar com a pitaria que existe dentro de seus próprios domínios.

Stormgard ainda sofre com a falta de bom aproveitamento de suas terras ao norte, seja por causa do clima gélido das Montanhas de Gelo ou por causa das criaturas que muitas vezes vem do Deserto Áureo. Por isso, no norte a principal fonte de renda vem da pecuária, formada principalmente por caprinos que se adaptaram ao clima inóspito.

Ainda, grandes planícies e savanas ocupam grande parte do reino. O clima é muito diversificado nas diferentes áreas de Stormgard, variando do clima tropical do sul até o gélido ao norte. Por isso, fica muito difícil generalizar o clima de Stormgard.

Atualmente poucas florestas intactas existem no reino, sendo a maior delas a Floresta da Esperança, que recebeu o nome por ser uma das ultimas esperanças que o povo de Stormgard tem de realmente reconstruir uma floresta. A principal causa da raridade das florestas no reino é a grande população, que acaba vendo na madeira a única maneira de construírem suas casas. Assim, a vegetação ainda existente no reino é composta por árvores de pequeno e médio porte na área central, terreno também chamado de “terra verde” devido ao grande aproveitamento para agricultura (principalmente de cereais como arroz, milho, feijão e aveia). No norte, a vegetação geralmente fica em forma de tundra (chão coberto de neve)

Existem atualmente apenas duas florestas intactas dentro de Stormgard, as duas só conseguiram passar as ultimas décadas sem serem derrubadas graças a os mistérios que existem dentro de suas muralhas de arvores, a primeira é a Floresta da Esperança onde dizem existir uma raça desconhecida por todos, uma nova raça que protege a natureza mais que suas vidas, ela recebe esse nome por ser a ultima esperança de uma floresta de verdade no reino, a segunda delas é a Floresta dos Mortos que fica próxima a Hafenly. Lá existem animais transformados em monstros, uns perderam suas carnes e viraram esqueletos mortos vivos e outros apenas se transformaram em seres malignos.

Demografia

Uma frase foi feita a muito tempo por um clérigo de Lonndonair, deus do conhecimento e saber, e ela persiste até hoje nos corações da população stormgardiana, essa frase é: “Quando se estuda Stormgard não se estuda suas montanhas e sua história. Também não se pesquisa sobre seu passado ou o presente. Pois lhe digo, quando se estuda Stormgard, se estuda seu povo, suas pessoas e seus heróis”. Essa frase hoje se encontra escrita no salão principal do castelo do reino.

O reino é composto de 80% de humanos, nas grandes cidades dificilmente se encontra algum não-humano, embora seu regente seja um goblin. Aqui já começam as diferenças deste povo, mesmo com um goblin no poder nunca se ouviu falar de um ataque goblinóide dentro de suas cidades.

Os goblins de Stormgard são os únicos que têm seus respectivos locais, cidades dadas a eles pelo atual regente para que tomassem conta de suas vidas. Dentro dessas não existe lei nem governo, se organizando pela lei do mais forte, e no reino, goblinóides de todas as espécies correspondem a outros 6% da população.

Os últimos 14% da população é dividido entre outras raças, e posso afirmar que aqui vivem todos tipos de criatura. Dentro de uma taverna em algumas das cidades goblinóides provavelmente você encontrará desde orcs a trogloditas, e nas grandes cidades você poderá presenciar cenas divertidas como um anão ao lado de um gigante ou um elfo negro tagarelando com um elfo da Floresta da Alvorada. Mas vale lembrar que a falta de florestas em Stormgard contribui para o baixo número de elfos residentes, além também de outros seres que gostem deste tipo de vegetação.

Apesar do governo atual ser regido por um goblin, os stormgardianos (como são chamados os que aqui nascem) não reclamam desse fato, já que o crescimento e desenvolvimento foram marcos durante todo o governo de Kobaia Gorgon. Mas como toda regra tem sua exceção, há aqueles que dizem que Gorgon está governando tendo em mente uma futura invasão de “criaturas” como ele.

A nobreza que existia antes da atual regência perdeu seus postos, e alguns, até suas riquezas, e agora criticam o regente dizendo que “Até mesmo uma criança orc levaria o reino ao desenvolvimento, e que um humano poderia fazer tudo que ele fez e muito mais”. Os mais pobres – pequenos e médios agricultores – dizem que o atual governo foi feito pensando neles, pois este seria um governo para os mais necessitados.

Muitos acreditam que Kobaia Gorgon faz tudo pelo reino, mas que faria muito mais para continuar como governante, sem medir esforços mesmo que ele tenha que usar métodos ilícitos para isso. Há aqueles também que se perguntam como Kobaia se tornou o maior comerciante do reino, já que tinha apenas uma estalagem em Greenreef quando tomou o controle do reino, e agora as Caravanas Gorgon fazem todo o comércio terrestre para o interior do reino.

Outra grande peculiaridade do reino é o total descrédito para homens que tenham cabelos longos. Isso acontece pois para os stormgardianos esse é o sinal dos que tem um pacto com deuses malignos, já que o primeiro inimigo do reino, o líder bárbaro Stormgard, tinha cabelos longos. Um aviso esta escrito na principal entrada para o reino ele diz “Se tiverem cabelos longos corte-os antes que te levem para a fogueira”.

Outra coisa que ao falar do povo de Stormgard não se pode esquecer é o maior hobby de todo o reino, a Corrida de Ratos. Em virtude desse hobby, está sendo totalmente proibida a entrada de gatos no reino e os que aqui existem estão sendo mortos, já que os ratos aqui são venerados como deuses.

Atualmente, uma nova doença, chamada de mal de Valadir, disseminada pelos ratos, está causando grande destruição e alarme no reino, e fazendo surgir uma nova forma de se olhar esses animais.

Política e Economia

Stormgard começou sendo um grande conglomerado de vilarejos na parte sudoeste do continente, formados para lutar contra os bárbaros locais. Percebendo que uma aliança poderia ser boa para todos, estes se uniram, e assim criaram o reino. O nome foi posto em homenagem a aquele que demonstrou a todos quais seriam os benefícios da união: Stormgard, o líder dos bárbaros, que foi assassinado.

Logo na criação do reino, Glorman, o maior vilarejo portuário da época, escolheu o rei que formaria uma monarquia hereditária. Neste momento começou a dinastia Glorm. A capital era alterada cada vez que um novo território era conquistado, tudo isso feito com o intuito de desenvolver a nova área do reino.

Como já foi dito, a dinastia dos vinte e três reis durou muito tempo, sendo que os quinze primeiros reinaram sem grandes desastres ou conquistas. O décimo sexto foi Omar Glorm que reinou excepcionalmente durante a época da guerra e da Tríade de Aço. Após ele, o maior rei foi o vigésimo primeiro rei, Vlav Glorm que assumiu e reinou durante 43 anos. Seu reinado foi rígido e com grande disciplina entre seus seguidores. Vlav teve três mulheres e sete filhas, sem nenhum homem para receber o trono. Com medo de sua família perder o trono, comprou uma escrava e com ela teve o seu descendente varão, Branterly, que foi o primeiro rei sem sangue totalmente nobre ou das primeiras famílias de Glorman. Ele reinou durante 38 anos e seu reinado foi brilhante – o melhor de toda a dinastia.

Branterly acabou com a escravatura dos reinos conquistados, reinou durante a Grande Febre, criou a Constituição Vlav, que são as leis atuais do reino, obteve desenvolvimento para todo o reino, fazendo com que, para algumas pessoas, Greenreef seja considerada a maior cidade de Morgdan, teve uma filha e dois filhos, foi assassinado por membros corruptos da nobreza. Sua filha Alahamara morreu aos 16 anos durante a Grande Febre, Tajabulmar o primogênito morreu em combate para conquistar o território próximo ao Grande Lago e seu ultimo filho Horuspen nasceu quando o pai beirava 50 anos. Este último nasceu com problemas mentais e físicos, e herdou o reino com apenas 7 anos. Nessa época então foi criado o governo com os seis maiores heróis do reino.

O conselho criado para governar até que Horuspen chegasse aos 22 anos, era formado por Kobaia Gorgon e outros cinco heróis. Aos poucos esses heróis foram morrendo de forma duvidosa até que Kobaia Gorgon ficou sozinho no governo, mesmo antes de Horuspen chegar à maioridade. Este faleceu quando faltava apenas uma semana para completar seus 22 anos e tomar o governo. Sendo assim, Kobaia Gorgon assumiu o governo como regência e declarou o fim da monarquia, deixando um conselho de cinco pessoas para governar após sua renúncia e apenas em caso de renúncia.

Kobaia designou sua própria nobreza, onde existe todo o tipo de raças, a família Glorm, que até então pertencia à nobreza, foi tirada de seu posto e atualmente voltou ao vilarejo de Glorman onde pretendem criar um novo estado ou poder para acabar com Kobaia Gorgon.

A economia do reino é baseada no comércio portuário e na agricultura, destacando-se a produção de cereais e chá, entre esses arroz, feijão, milho e aveia, na região denominada “terra verde” (explicada no tópico Geografia). Stormgard é um dos reinos que mais produzem produtos agrícolas e que mais os exportam.

Além da agricultura, existem alguns poucos vilarejos ao norte que se especializaram na pecuária, já que o clima do norte é muito frio e fica sendo quase impossível a plantação.

Religião

A religião em Stormgard sempre foi um marco em Morgdan, aqui apenas deuses malignos não são cultuados com fervor, por isso aqui está o que o povo acha de todos os deuses do 1° panteão, e alguns do 2° panteão que também são cultuados no reino. Os outros deuses do 2° panteão, que são idolatrados apenas em cidades isoladas, não são citados.

Leonar – O principal deus de Stormgard, responsável por mais da metade de todos os templos erguidos no reino, este deus é visto como uma figura forte e que protege a todos, levando sempre a prosperidade seus seguidores. Também há aqueles que digam que o crescimento de Stormgard só foi possível por causa de seus templos, presentes em quase todas as cidades.

No reino, Leonar já foi visto por muitos como um homem muito belo, de constituição física perfeita, destruindo criaturas malignas com sua espada.

Nosrredram – Com número mínimo de seguidores, este deus já estaria esquecido em Stormgard se não fosse por um grupo de homens, que se recusaram a cortar os longos cabelos e criaram a Ordem do Cabelo, onde este deus é cultuado como deus principal.

Kolthar – Este deus tem tão poucos seguidores como Nosrredram. Kolthar só é adorado pelos poucos juizes do reino.

Julian – O deus da alegria é muito bem visto em Stormgard, por causa dos muitos bardos e das centenas de tavernas que fazem do reino um lugar muito alegre e de grande poder. Existem alguns templos destinado a esse deus no reino, e estão espalhados nas grandes cidades.

Hellenah – Cultuada apenas em Wildtea, onde vive seu sumo sacerdote Lyle Raymond. Em outros locais do reino não existem templos dela, mas é muito requisitada em funerais e em situações de tristeza.

Tatsu-Kin – Muitos acham que ele é apenas uma lenda do povo de Tatsu, por isso não tem nenhum reconhecimento em toda Stormgard, a não ser por parte dos imigrantes de Tatsu, que são também um número mínimo.

Mog – Muito cultuado pelos antigos e novos bárbaros que vivem próximos à montanha de gelo em Tatsu, esse deus não tem nenhum templo formal instalado em nenhum lugar fixo, porém seus clérigos viajam de lugar a lugar levando os ensinamentos do deus a todos os locais.

Jhanna – Pouco cultuada por causa da falta de florestas e natureza no reino, essa deusa só tem um templo na Floresta da Esperança, aonde vivem seus druidas, que atualmente viajam o reino todo tentando conscientizar a população sobre a importância da natureza para o mundo.

Etros – Conhecido dentro de todas as muitas tavernas, o deus da sorte e do azar é muito conhecido em todo o reino, e seus principais adoradores são os que participam da corrida dos ratos, que pedem a ele a sorte que precisam para escolher apenas os melhores ratos.

Thinos – Antes de Kobaia Gorgon subir ao trono, Thinos era quase esquecido pelos stormgardianos, porém depois que o novo regente tomou o controle, ele fez uma lei onde todos devem rezar ao deus do tempo para que ele permita a Kobaia nunca envelhecer. O regente também mandou criar muitos templos em nome do deus, o que aumentou muito seu prestigio no reino.

No 2° panteão apenas um deus é cultuado em toda Stormgard, e ele é Monopocus, o deus do chá. A Ordem de Monopocus defende que ele deve ser colocado como deus do 2° panteão, já que muitos dizem que ele não pertence a essa classe. Seus clérigos dizem que ele é o rei defensor do reino e é por causa dele que o reino está tão desenvolvido atualmente, e que a família Glorm fez um pacto com o deus e agora que perderam o poder, ele pode se zangar e destruir tudo que o reino conquistou.

Esses são os deuses mais conhecidos em toda Stormgard, porém existem outros deuses do 2° panteão que também são cultuadas, só que seus adeptos são tão poucos que não foram descritos aqui. Um exemplo é o deus do conhecimento Lonndonair, que só é conhecido na grande biblioteca de Biraminder e em escolas arcanas.

Caminhos e Estradas

Mapa das Estradas de Stormgard

Estrada de Glorm

Também conhecida como Estrada do Rei, sua construção começou no ano de 635, durante o inicio da Tríade de Aço, seu principal objetivo era servir como um caminho seguro e rápido para o envio de suprimentos e equipamentos por terra. No ano de 648 quando Éden desapareceu, ela já estava cerca de 40 quilômetros dentro do território que viria a ser o atual reino de Loivty, com o fim da guerra a construção foi finalizada antes do esperado. Já próximo do fim da estrada, na fronteira com Loivty, a estrada é péssima, arvores foram cortadas e largadas de qualquer maneira, a vegetação já toma grande parte da estrada e a conservação é nula. Dentro do reino de Stormgard esta é a mais bela e bem cuidada das estradas conhecidas, próximo às cidades de Galeão e Wildtea a milícia faz rondas periódicas e pessoas são contratadas para manter a vegetação longe. Atualmente a estrada é utilizada principalmente por caravanas de comerciantes e grupos de viajantes. A segurança é boa e relatos de assaltos nas proximidades das cidades são raros, por outro lado as áreas mais afastadas se tornaram em redutos de bandidos e outras criaturas a espera dos ricos comerciantes.

Caminho Verde

A longa estrada costeira foi criada pela necessidade do povo e por suas mãos, há muito tempo quando o reino ainda possuía muitos escravos. Conta-se que escravos anões, orcs e meio-orcs eram os mais procurados naquela época e os comerciantes de escravos fizeram fortunas com estes escravos, os primeiros por seu conhecimento em construção de estradas, os outros por sua força física e resistência. Contudo não foram somente estes que deixaram suas marcas na construção desta estrada, humanos, elfos, halflings e toda e qualquer criatura foi usada. Naquela época Thomas Glorm IV reinava e o povo implorava por segurança, as viagens eram difíceis e criaturas malignas espreitavam atrás de cada arvore a espera de um viajante descuidado. Então a construção se inicia, saindo do norte até Greenreef, então capital do reino de Loivty, passando pelo litoral e caminhos seguros, para atravessar o Rio Dunia foi construída a grande Ponte de Eleviar. Seu nome foi dado devido a quantidade de vegetação, ao redor da estrada, que aos olhos dos viajantes se transformava em um longo caminho verde. Atualmente a estrada é pouco usada, pois em muitos pontos a vegetação tomou conta e em outros criaturas fizeram seus lares, alem do mar que passou a ser usado mais ativamente.

Estrada Norte

Os bardos cantam, recitam e aterrorizam as pessoas com historias da antiga estrada feita pela força da guerra, onde exércitos marcharam abrindo caminho pelas florestas, onde guerrearam fazendo uma estrada de ossos, sangue e inimigos mortos. Nos dias de hoje, esta estrada é apenas um pequeno vislumbre do que já foi e em alguns lugares mais conservados pode se ver o contorno de crânios enterrados no chão. Dizem que um exercito inteiro esta enterrado nestas terras.

Veja também

Em andamento

  • Conto de Dunia, a historia do Rio Dunia.
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